Ninguém vive só...
mesmo as estrelas do céu cantam juntas,
mesmo as águas do oceano se espraiam ao mesmo tempo,
mesmo as gotas de chuva vêm sempre juntas...
Ninguém vive só...
Mesmo os grãos de areia do deserto
dançam, unidos, no bailado da brisa,
mesmo as folhas pequenas dos arbustos
dormem juntas,
mesmo os pássaros aderem à nevoada...
Ninguém vive só...
Mesmo as pedras do caminho estão lado a lado,
mesmo as flores do jardim crescem juntas.
Ninguém vive só...
E nesta grande harmonia de conjunto,
neste inimitável poema de sociabilidade,
procuremos situar-nos como pessoas,
abandonando a idéia do “eu”,
do individualismo,
do egoísmo,
e aderindo à rima do nós:
aberto,
confiante,
construtivo,
humanitário...
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